Brasil encara Sérvia, Japão e Egito no Mundial sub-19 masculino


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O Brasil conheceu nesta terça-feira, 14 de março, seu grupo no Mundial sub-19 masculino de basquete. A Seleção Brasileira, vice-campeã da AmeriCup sub-18 em 2022, chega com moral ao torneio que será disputado em Debrecen, na Hungria, entre os dias 24 de junho a 2 de julho. O Brasil está no Grupo C, ao lado de Sérvia, Japão e Egito. O torneio terá transmissão ao vivo no YouTube da FIBA.

- Caímos em um grupo que acredito que temos nível para classificar entre os dois primeiros. Pude acompanhar a Sérvia sub-18 no ano passado, quando estive na Turquia fazendo o curso europeu. Seleção muito técnica e fisicamente forte. Egito foi a campeã da África U18, estão fazendo um bom trabalho de desenvolvimento nos últimos anos depois que colocaram um técnico para a seleção adulta que esteve bastante tempo na NBA (Roy Rana). O melhor jogador está na NBA Academy da África e pude assisti-lo em Las Vegas jogando jogos de exibição. Japão não conheço muito. Mas normalmente são seleções que buscam muito o arremesso de três pontos. E o basquete está em ascensão no país - disse Vitor Galvani, técnico do Brasil.

Ao todo, 16 países jogam o torneio. Pelo formato de disputa, teremos quatro grupos com quatro seleções em cada. Todas avançam para a segunda fase, quando o Grupo C, do Brasil, cruza com o Grupo D, de Argentina, Hungria, Turquia e Coreia do Sul, da seguinte forma: C1 x D4, C2 x D3, C3 x D2 e C4 x D1. A partir daí, teremos as quartas de final e os demais mata-matas.

- Acredito que temos capacidade física e técnica para competir contra essas seleções, vamos manter muito dos mesmos padrões de jogo que implementamos no Sul-Americano e AmeriCup do ano passado (que são semelhantes à Seleção adulta) com muito foco na defesa - finalizou Galvani.

A atual geração brasileira chega após o título do Sul-Americano sub-18, diante da Argentina, e do vice-campeonato da AmeriCup sub-18, perdendo apenas dos EUA na decisão e vencendo o Canadá nas semifinais. É um grupo com atletas cascudos como Reynan, Eduardo Klafke, Gabriel Landeira, entre outros. 

Com os resultados obtidos na base nos últimos anos, o basquete masculino sub-21 pulou para a primeira bandeja de seleções do ranking mundial da FIBA, subindo posições consideráveis. 

Fonte: Assessoria CBB

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