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09/02/2015 - Yúri Sena, do sub-19 do Bauru

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Em meio a jogadores famosos como o brasileiro Tiago Splitter e os astros que vão participar do Fim de Semana das Estrelas da NBA, entre os dias 13 e 15 de fevereiro, um jovem talento do basquete nacional estará em Nova York, nos Estados Unidos, para aprender um pouco mais sobre a modalidade. Ao lado de Guilherme Santos, companheiro do sub-19 do Paschoalotto/Bauru, o pivô Yúri Sena, de 17 anos e 2,07m, fará sua estreia internacional ao participar da primeira edição em 2015 do Basquete sem Fronteiras. Esta será a primeira vez que o tradicional acampamento de treinos será realizado durante o Fim de Semana das Estrelas da NBA. Esta edição do Basquete sem Fronteiras terá 39 jogadores de 23 países.
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O que representa para você participar do Basquete sem Fronteiras?

Representa muita coisa. Acho que vai ser uma experiência fantástica. Será a primeira vez que eu faço uma viagem internacional. Ano passado eu fui convocado para participar de um treinamento em Toronto, no Canadá [NBA America’s Team Camp 2014], mas acabei não podendo viajar porque machuquei o pé. Foi até uma surpresa pois achava que não teria outra oportunidade de participar de um evento deste tipo.
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Como você recebeu o convite?

O André Germano (técnico da equipe sub-19 do Bauru) que me falou. Ele me chamou para conversar e falou dessa viagem. Fiquei muito feliz.

Por que você acha que foi escolhido?

Acho que fui escolhido porque me destaquei muito rapidamente e comecei a chamar a atenção. E também por ser um jogador disciplinado.

Você já sabe o que vai fazer no evento?

Sim. Haverá treinamentos individuais e coletivos e trabalho dos fundamentos. Vamos disputar jogos durante o dia e no período da noite vamos assistir aos eventos que fazem parte da programação do Fim de Semana das Estrelas da NBA.
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Como será para você representar o Brasil em um evento da NBA?

Será algo muito importante para a minha carreira. Mostra que o Brasil está evoluindo no basquete e que novas oportunidades estão surgindo. E não só para mim como para outros jogadores também.

Alguns jogadores da NBA vão atuar como técnicos no Basquete sem Fronteiras. Um deles será o Tiago Splitter. Como acha que será este contato com ele?

Não o conheço pessoalmente, mas tenho certeza de que será muito bom para mim, uma experiência a mais. Ele pode explicar como é a NBA. Quem sabe, no futuro, eu não serei mais um brasileiro a jogar lá.

Outros jogadores, como italiano Danilo Gallinari, do Denver Nuggets, também vão atuar como técnicos. Como acha que será?

Vai ser muito bom, mas vou precisar de ajuda do tradutor, pois não falo inglês. Mas essa questão do idioma não vai ser um problema para mim.
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Como tem sido sua participação na equipe sub-19 do Bauru?

Tem sido muito boa, estou aprendendo muitas coisas. A comissão técnica me vê como um jogador para o futuro, para integrar a equipe adulta daqui alguns anos.

Você já sonha em jogar pela equipe principal do Bauru?

Já participei de treinos da equipe adulta, jogo ainda não. O contato com os jogadores foi muito bom, aprendi muito com eles. Estou aprimorando o meu basquete e, claro, que tenho como objetivo jogar na equipe principal. Atualmente, eu também jogo no sub-22.

Você pensa em jogar pela Seleção Brasileira?

Claro, todo jogador tem esse sonho. Ainda não tive oportunidade na Seleção de Base, mas penso muito nisso e acho que a chance vai surgir brevemente.