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18/07/2008 - Patrícia Ribeiro

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A ala Patrícia Ribeiro, de apenas 17 anos é uma das atletas mais experientes da seleção feminina sub-18, que vai disputar a Copa América/Pré-Mundial da Argentina de 23 a 27 de julho. Patrícia e suas companheiras embarcam para Buenos Aires com a missão de conquistar uma das quatro vagas para o Campeonato Mundial da Tailândia no ano que vem. A jogadoras paulista estreou na seleção brasileira em 2006 e foi a cestinha do Brasil na conquista do campeonato Sul-Americano Cadete, no Equador. Um ano depois, foi medalha de bronze no Sul-Americano Sub-17, também no Equador, e disputou o Mundial Sub-19, na Eslováquia, onde o Brasil terminou em 10º lugar. Em competições oficiais, Patrícia acumula 236 pontos em 19 partidas, com média 12,4 pontos por jogo.
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Qual a sua expectativa para a Copa América?

Muito boa. Fizemos uma ótima preparação na parte física e na tática. É uma competição difícil, com equipes muito fortes, mas treinamos bastante para fazer um bom campeonato e conquistar essa vaga para o Brasil no Mundial.

Quais os adversários mais difíceis do Brasil na competição?

Não tem seleção fácil e todas querem estar no mundial. Os Estados Unidos são favoritos ao título, claro. Canadá, Argentina e Venezuela são ótimas equipes, e vamos brigar com elas por um lugar no Mundial.
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Você esteve no Mundial Sub-19, na Eslováquia. Como foi a experiência?

Maravilhosa. Era uma das mais novas do grupo e pude aprender bastante. Um mundial nos dá uma experiência incrível, além da oportunidade de conhecer a Eslováquia, que é um país muito diferente. Acho que fui bem (71 pts em oito jogos) e pude ajudar a equipe a fazer boas apresentações na competição.

Agora na Copa América, você acha que a sua experiência pode ser útil ao grupo?

Espero que eu possa ajudar as mais novas como me ajudaram em outras seleções. É importante o grupo trocar experiências, uma aprende com a outra e a equipe só ganha com isso.
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Quais seus ídolos no basquete?

Janeth. Ela é maravilhosa. Tive a oportunidade de jogar no time dela (CFE Janeth Arcain) e foi muito bacana. Lá conquistei um campeonato paulista e um vice-campeonato brasileiro. Aprendi muito lá.

Como você começou a jogar no esporte?

Com nove anos, em Caieiras, minha cidade natal. Praticava basquete e vôlei, mas basquete sempre foi o meu esporte favorito. Comecei no Círculo Militar, depois joguei no CFE Janeth Arcain, Pinheiros e hoje estou no Unimed/Americana.