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12/07/2006 - Paulo Sérgio Prestes

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O pivô Paulo Prestes, o Paulão, atravessa uma excelente fase em sua jovem e promissora carreira. Aos 18 anos, o atleta integra a seleção adulta, que já está na Venezuela para a disputa do 30º Campeonato Sul-Americano, de 12 a 16 de julho. A temporada 2005/2006 tem sido maravilhosa para Paulão. Uma das revelações do COC no Campeonato Nacional, o pivô foi um dos destaques da seleção juvenil na conquista da medalha de bronze na Copa América – Pré-Mundial, disputado na cidade norte-americana de San Antonio. Além de ajudar a equipe a garantir vaga para o Mundial da categoria, em 2007 no Canadá, Paulão foi o reboteiro da competição, com média de 14,3 rebotes por jogo (57 no total), o segundo cestinha, com 20,8 pontos (83) e o segundo em bloqueio, com 2,5 (10). Agora, o jogador terá a oportunidade de mostrar seu talento na seleção principal.
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Quais as suas expectativas para o Campeonato Sul-Americano?

Estou bastante empolgado com a chance de disputar o meu primeiro Campeonato Sul- Americano Adulto. Cheguei da Copa América Juvenil na última semana de treinos, e vejo um time forte e bem preparado para buscar o título.

Como foi a fase de treinamentos?

A preparação da equipe foi muito forte. Os treinos exigiram bastante. Espero ter feito um bom trabalho nessa última semana em que me juntei ao grupo. Agora, quero corresponder à confiança que todos, comissão técnica e atleta, depositaram em mim e fazer bons jogos.

Quais os seus planos para a próxima temporada?

Pensarei na próxima temporada quando voltar do Sul-Americano. Agora só quero pensar na seleção. Por enquanto, estou muito feliz com a minha carreira. Participei de jogos decisivos no Campeonato Nacional, defendi a seleção juvenil, onde tive atuação importante na Copa América.

Como analisa sua participação na Copa América Juvenil?

Fiquei orgulhoso em ser convocado novamente, agora pela juvenil. Gostei do meu desempenho na Copa América e, principalmente, de ter ajudado o Brasil a conquistar a vaga para o Mundial. Isso me deu mais confiança e vivência internacional. Acredito que essa experiência será muito importante no Sul-Americano Adulto. Agora, espero ser útil na seleção principal e para isso estou me dedicando ao máximo.

Quais são suas características de jogo?

Acho que sou eficiente nos rebotes. Na minha posição, procuro fazer uma boa defesa e proteger o garrafão. Acho que na Copa América, eu consegui fazer a minha parte. Espero melhorar sempre e estar bem preparado física e tecnicamente para qualquer compromisso.
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Quais são os seus ídolos no basquete?

Gosto dos jogadores que atuam na minha posição. Dos que jogam no Brasil, tenho admiração pelo Estevam e Murilo. Dos estão no exterior, Anderson Varejão, Tiago Splitter e Rafael Hettshimeir.

Como você começou a jogar basquete?

Comecei a jogar em Monte Aprasível (SP), com 14 anos, ainda na escola. Fui para Rio Preto e depois para Garça. Me apaixonei definitivamente pelo basquete. Foi quando recebi o convite para jogar em Ribeirão Preto, no COC. A minha primeira convocação foi para defender o Brasil no Sul-Americano Cadete em 2005. E logo na estréia com a camisa da seleção, conquistei a medalha de bronze.